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Um ano após fechamento de armazém, cafeicultores do Sul de Minas seguem sem receber por sacas perdidas

  • há 9 horas
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Um ano após o encerramento das atividades de uma cooperativa de café em Muzambinho (MG), centenas de produtores rurais da região ainda lutam para receber os valores referentes às sacas de café que foram perdidas ou não pagas. O caso, que teve grande repercussão em fevereiro de 2025 com o fechamento da Coocem (Cooperativa Central de Muzambinho), continua sem uma solução definitiva.

Cooperativa Central de Muzambinho (Coocem) fechou e deixou produtores sem informação — Foto: Reprodução EPTV
Cooperativa Central de Muzambinho (Coocem) fechou e deixou produtores sem informação — Foto: Reprodução EPTV

Principais pontos do impasse:

  • Dívidas Acumuladas: Na época do fechamento, estimava-se que o volume de café envolvido no prejuízo passaria de 15 mil sacas. Com a cotação atual, os valores devidos aos produtores ultrapassam dezenas de milhões de reais.

  • Promessas de Pagamento: O proprietário chegou a realizar reuniões prometendo utilizar bens pessoais para quitar as dívidas, mas, segundo os sindicatos locais, nenhum plano de pagamento sólido foi apresentado ou cumprido integralmente até agora.

  • Impacto no Campo: Muitos cafeicultores dependiam desse dinheiro para investir na safra seguinte e quitar empréstimos bancários. A falta de pagamento gerou um efeito cascata de endividamento e revolta entre as famílias que vivem da cafeicultura em cidades como Muzambinho, Monte Belo e Nova Resende.

  • Ações Judiciais: Sindicatos e grupos de produtores seguem com ações coletivas na Justiça tentando o bloqueio de bens dos responsáveis para garantir que as dívidas sejam honradas, mas o processo é lento e traz pouca esperança de recebimento total do valor de mercado das sacas. fonte: EPTV 2

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